Guia do PC - Aplicativo detalha atividades de rede no Windows 7

Em 5/05/2011 11:33:00 PM 0 comentários


Link to Guia do PC

Aplicativo detalha atividades de rede no Windows 7

Posted: 03 May 2011 04:20 AM PDT

Informações de rede do Windows 7

Informações de rede do Windows 7

No Windows 7 tudo foi simplificado — até mesmo o que não deveria. No geral o sistema agradou, mas detalhes como o indicador de rede ainda deixam a desejar a usuários mais exigentes. Ao contrário de versões anteriores, o Windows 7 não detalha as atividades da conexão.

Ao clicar sobre o ícone de rede na bandeja do sistema, tudo que você encontrará é o nome da rede na qual está conectado no momento. Informações importantes como atividade da conexão, pacotes enviados e recebidos, velocidade de download e velocidade de upload são omitidos e não estão acessíveis de forma prática.

Pensando nisso, um usuário do DeviantART ~laushung criou um aplicativo dígno de estar no seu computador com Windows 7. O Network Activity Indicator é uma solução simples e eficiente para usuários que querem um pouco mais de detalhes sobre a conexão de forma rápida e sem muitos cliques.

Network Activity Indicator em ação

Network Activity Indicator em ação

O aplicativo trabalha de forma idêtinca ao recurso nativo do Windows 7 e tem uma integração visual fortíssima com o sistema. Dê um único clique no ícone do NAI na área de notificação do Windows para que uma pequena janela pop-up com informações úteis e em tempo real sobre a rede salte no canto da tela.

Como já dissemos, o aplicativo funciona de forma semelhante ao recurso do Windows 7, e basta um clique fora da pop-up  para que a janela seja fechada. Mas se você não deseja que isso aconteça, ainda é possível fixar a pop-up clicando sobre o ícone de uma tarraxa no canto superior direito da janela.

O próprio ícone do NAI já traz a informação de que a rede está em atividade, piscando conforme pacotes são enviados ou recebidos — como acontecia no Windows XP e Vista. Pousando o cursor do mouse sobre o ícone do aplicativo, você encontra as velocidades de upload e download naquele instante.

Gratuito, leve e extremamente útil, o Network Activity Indicator é mais do que recomendado. Vale cada kilobyte de download!


Att.,
Anne Brito

VOCÊ pode salvar uma vida!

"Sou só uma, mas ainda assim sou uma.


Não posso fazer tudo, mas posso fazer alguma coisa.

E por, não poder fazer tudo, não deixarei de fazer o pouco q posso."

Nada + Nada = NADA
Pouco + Pouco = MUITO

Minha Vida Virtual Blogger Orkut Twitter Facebook Google Buzz
Last tweet akmb1987: @danmachado_ qdo tiver online me fala q faco um .zip pra ti com as fotos (Raito, L e Ryuuku - NO MISA!) -> Figuttos em futura preorder xD

Guia do PC - As 10 principais diferenças entre o Windows e o Linux

Em 5/05/2011 11:09:00 PM 0 comentários


 

Guia do PC - As 10 principais diferenças entre o Windows e o Linux

Link to Guia do PC

As 10 principais diferenças entre o Windows e o Linux

Posted: 04 May 2011 01:28 PM PDT

É bastante comum encontrarmos comparações entre Linux e Windows. Algumas apontam pontos fortes e fracos de cada um, outras apenas atacam o rival. Porém, poucas são aquelas realmente tiram as dúvidas dos usuários.

Windows ou Linux?

Windows ou Linux?

Este artigo do TechRepublic aponta as 10 principais diferenças entre o Windows e o Linux, sem ataques ou flames desnecessários. O Guia do PC obteve autorização da editora do TechRepublic, Jody Gilbert, para esta tradução livre.

Artigo publicado originalmente em 14 de setembro de 2008 e atualizado em 4 de maio de 2011.

1. Acesso completo x Sem acesso

Provavelmente, a maior diferença entre o Windows e o Linux, é que no Linux você tem acesso completo ao código fonte. Isso ocorre porque o Linux está sob a GNU Public License (GPL), e todos os usuários, de todos os tipos, podem acessar (e alterar) o código do kernel do sistema. Você quer fazer o mesmo com o Windows? Boa sorte. A menos que você faça parte de um seleto grupo de pessoas, você nunca irá botar os olhos no código-fonte do sistema operacional da Microsoft.

2. Liberdade de licença x Restrições de licença

GNU, licença do kernel Linux

GNU, licença do kernel Linux

Com um sistema Linux, licenciado sob a GPL, você é livre para modificar, lançar novamente e até vender os aplicativos que você usa (desde que mantenha o código fonte disponível). Além disso, com a GPL, você pode baixar uma simples cópia de uma distribuição Linux e instalar em quantas máquinas você queira. Com a licença Microsoft, você não pode fazer nenhum dos dois e é obrigado a usar apenas o número de licenças compradas. Se comprou 10 licenças do Windows para sua empresa, por exemplo, só pode instalar o Windows legalmente em 10 máquinas. Se instalar em mais de 10 máquinas, estará descumprindo o contrato aceito no momento da instalação do sistema operacional.

3. Suporte online comunitário x Suporte via help-desk pago

AjudaIsso pode até ser um empecilho para que empresas usem o pinguim, mas, com o Linux, você tem suporte de um grande número de fóruns e sites de ajuda (como o Guia do PC Respostas), busca online e uma gama de sites dedicados sobre o assunto. E, claro, é possível comprar contratos de suporte com algumas grandes companhias de Linux, como a Novell e a Red Hat.

No entanto, se você quer suporte gratuito no Linux, não pode ter pressa. Isso porque, quando você reporta uma dúvida em um fórum de discussão, por exemplo, é possível que espere 10 minutos para que seja respondido, como também pode demorar horas ou dias, ou até mesmo nunca ser respondido. Mas, geralmente, os principais problemas no Linux são documentados e, as chances de você conseguir uma resposta rápida é grande.

Do outro lado da moeda está o Windows. Sim, você tem o mesmo suporte de usuários Windows em fóruns que abordam o sistema, e pode contatar o suporte da Microsoft também. De muitas pessoas que contrataram o suporte pago do Linux, ou o suporte pago da Microsoft, não dá pra dizer qual fica mais satisfeita.

4. Suporte completo de hardware x Suporte parcial

HardwareUm problema que aos poucos está sendo sanado, é o suporte a hardware. Anos atrás, se você pretendia instalar Linux, você teria que escolher a dedo todo o equipamento do seu computador, ou não teria uma instalação 100% funcional. Hoje esta teoria caiu por terra. Você pode pegar tanto um PC ou laptop (ou até mesmo um Mac) e a maioria das distribuições instaladas terão muitas chances de funcionar 100%. Claro, ainda existem algumas exceções, mas elas são cada vez mais raras.

Com o Windows, você sabe que cada parte do hardware irá funcionar no seu sistema. Claro, há uns e outros que, eventualmente, demandarão mais tempo na caça a drivers que você não possua o CD de instalação. Você então pode descansar tranquilo sabendo que aquela placa de vídeo de última geração provavelmente vai funcionar no máximo de sua capacidade.

5. Linha de comando x Sem linha de comando

Prompt de comandoNão importa onde a evolução do Linux chegue, ou quão fantástico o ambiente desktop possa se tornar, a linha de comando será sempre uma ferramenta imprescindível para propósitos administrativos. É difícil imaginar uma máquina com Linux sem a linha de comando. Entretanto, para o usuário final, já é algo bastante próximo da realidade. Você pode usar o Linux por anos sem jamais tocar na linha de comando, assim como você faz no Windows. E embora você possa utilizar a linha de comando no Windows, ela não será tão poderosa quanto é no Linux. A Microsoft tende a esconder o prompt de comando do usuário. A menos que você acesse o "executar" e entre com "cmd", o usuário provavelmente nem saberá que a linha de comando existe no Windows. E mesmo que ele consiga acessá-la, não terá utilidade nenhuma, já que praticamente todas as configurações do Windows são feitas pelo ambiente gráfico.

6. Instalação centralizada de aplicativos x Instalação descentralizada

SoftwareCom qualquer distribuição Linux atual, você tem um local onde é possível procurar, adicionar ou remover softwares. São os gerenciadores de pacotes, como o Synaptic. Com ele, você pode abrir uma única ferramenta, procurar por uma aplicação (ou um grupo de aplicações) e instalar sem fazer qualquer busca na internet. Mesmo assim, é importante lembrar que softwares sem pacotes pré-compilados existem, e complicam muito a vida do usuário iniciante.

O Windows não tem nada parecido com isso. No Windows, você precisa saber onde encontrar o software que você pretende instalar, baixar o software (ou colocar o CD no drive), e executar setup.exe ou install.exe. Por muitos anos pensamos que instalar aplicativos no Windows era mais fácil que no Linux, e por muitos anos estavamos certos. Não agora. Instalar aplicativos no Linux é simples, indolor e centralizado – na maioria das vezes.

7. Flexibilidade x Rigidez

É comum compararmos Linux e Windows a outros hábitos do cotidiano. Carros e motos, casas e apartamentos… mas vamos tentar nos ater ao desktop em si. A não ser que você pretenda pagar para instalar um aplicativo de terceiros, para alterar a aparência, por exemplo, no Windows você terá que se contentar com o que a Microsoft decidiu que é bom pra você (ou modificar arquivos do sistema, o que, pelo menos em teoria, é proibido pela licença). No Linux, você pode confortavelmente fazer seu desktop ter o "look and feel" que é a sua cara. Você pode ter exatamente o que você quer. Desde um ambiente gráfico simples, como o Fluxbox, até uma experiência 3D completa com o Compiz.

8. Fanboys x Corporativismo

Quisemos adicionar esse tópico pois mesmo o Linux tendo atingido um nível superior ao de projeto escolar, os usuários tendem a ser fanáticos que apelam para os mais diversos tipos de medidas para fazer você escolher o Linux e não o Windows. Muitos dos ditos fanboys ainda tentam recrutar novos para o bando, e isso é realmente muito ruim. Muitos acham que isso não é profissional. Mas por que algo que é digno de um trabalho de grandes empresas precisa de "animadores de torcida"? O programa não deveria fazer sucesso sozinho? O problema é que com a natureza livre do Linux ele tende a ter uma diferença de marketing em relação ao milionário orçamento da Microsoft. Por isso existe a necessidade de se ter mihares de fãs ao redor do mundo para espalhar o sistema. E o boca-boca é o melhor amigo do Linux.

Entrada frontal do campus da Microsoft em Redmond, nos Estados Unidos.

Entrada frontal do campus da Microsoft em Redmond, nos Estados Unidos.

Muita gente imagina que a imagem do Linux como sistema operacional possa ser prejudicada pelos fanboys do sistema. Mas preferimos discordar. Outra companhia, graças ao fenômeno de seu simples tocador de música e telefone, sofreu do mesmo problema, e até agora a imagem dela não foi prejudicada por isto. O Windows não tem estes mesmos fãs.

9. Montagem automática de mídia removível x Montagem não-automática

Está fresco na memória os velhos tempos que tínhamos de montar o disquete para usá-lo e desmontar para removê-lo. Pois bem, isso está prestes a chegar ao fim – mas não completamente. Uma questão freqüente de novos usuários Linux é o modo como a mídia removível é usada. A idéia de ter que "montar" manualmente uma unidade de CD para acessar seu conteúdo é totalmente estranha para novos usuários. Há uma razão para isso ser assim. O Linux sempre foi uma plataforma multiusuário, por isso, pensava-se que forçar um usuário a montar uma mídia para usá-la ajudaria salvar os arquivos desse usuário de serem substituídos por outra pessoa. Pense nisso: Em um sistema multiusuário, se todos tivessem acesso instantâneo a um disco que foi inserido, o que impediria de excluir ou sobrescrever um arquivo que tinha acabado de ser adicionado à mídia? Agora as coisas têm evoluído ao ponto em que no Linux, subsistemas são criados e configurados de forma que você pode utilizar um dispositivo removível da mesma forma que utilizaria no Windows. Mas essa não é a regra. Sempre tem quem goste de editar o arquivo /etc/fstab, não é mesmo?

10. Run levels multi-camadas x Run level único

DesktopO Linux possui habilidade de funcionar em diferentes run levels. Com isso, dá para usar o Linux pela linha de comando (run level 3) ou via interface gráfica (run level 5). Assim, se algo ocorrer com o servidor gráfico X.org, você pode logar como superusuário (root) pela linha de comando e assim resolver o problema.

Com o Windows você terá sorte de usar a linha de comando em modo seguro – e então você pode (ou não) ter as ferramentas necessárias para resolver o problema. No Linux, mesmo no run level 3, você pode obter e instalar uma ferramenta para ajudá-lo. Ter diferentes run levels também é positivo de outras maneiras. Digamos que a maquina em questão seja um servidor Web ou de e-mail. Você quer disponibilizar a ele toda a memória instalada, portanto não poderá iniciar a maquina no run level 5. Entretanto, em certos momentos você talvez precise da interface gráfica para administrar o sistema (embora isso também seja possível por linha de comando). Graças ao comando startx a partir da linha de comando no run level 3, você terá acesso a interface gráfica também. No Windows você ficará preso ao run level gráfico, exceto quando enfrentar um problema realmente sério.

ASUS pode lançar tablet com processador quad-core

Posted: 04 May 2011 07:40 AM PDT

Quantos núcleos tem o processador do seu computador? Um? Dois? Se sim, ele deve ser ultrapassado pelo novo tablet da ASUS, que deve chegar com o Tegra 3, processador quad-core da NVIDIA. A ASUS já tem dois tablets no mercado: o Eee Slate e o Eee Pad Transformer, que pode ser acoplado a um dock com teclado QWERTY físico e funcionar como notebook.

ASUS Eee Pad Transformer, um notebook que pode virar um tablet (ou vice-versa)

ASUS Eee Pad Transformer, um notebook que pode virar um tablet (ou vice-versa)

A notícia chegou ao Digitimes por meio de "fontes da indústria" e ainda não foi confirmada, mas o lançamento é bastante provável, uma vez que o Tegra 3 já está nos planos da NVIDIA e não vai demorar muito para que os fabricantes comecem a produzir seus tablets potentes. Não há preços nem datas de lançamento, mas, considerando que a NVIDIA deve começar a produzir o Tegra 3 em agosto, é bem provável que os tablets quad-core cheguem antes do natal.

Além do tablet quad-core, a ASUS também deve lançar um tablet baseado na plataforma Intel, que virá com Atom Z670, de 1.5 GHz, com bateria de longa duração e reprodução de vídeos em 1080p.

Via: Engadget.

AMD revela Phenom II X4 980 Black Edition com clock de 3,7 GHz

Posted: 04 May 2011 05:00 AM PDT

A AMD, segunda maior fabricante de processadores do mundo, anunciou a disponibilidade do processador Phenom II X4 980 Black Edition, um chip de quatro núcleos com 6 MB de cache L3 e clock bem alto: 3,7 GHz.

AMD Phenom II X4 980 Black Edition

AMD Phenom II X4 980 Black Edition

O AMD Phenom II X4 980 Black Edition é o processador quad-core da AMD com o maior clock de fábrica até hoje, jogando o Phenom II X4 975 Black Edition para o segundo lugar, que possuía 3,6 GHz de fábrica. O chip possui TDP de 125W e custará US$185 nos Estados Unidos, preço equivalente a um processador de seis núcleos a 2,9 GHz – o Phenom II X6 1065T, também da AMD.

Phenom II X4 980 rodando a 4,2 GHz

Phenom II X4 980 rodando a 4,2 GHz

Por ser da família Black Edition, o processador vem com multiplicador destravado, o que facilita a vida dos overclockers. Com o cooler padrão da AMD, o processador chegou a 4214 MHz, nos testes do Anandtech. Nos benchmarks, o 980 ficou com um desempenho semelhante ao Intel Core i5 2400, da nova arquitetura Sandy Bridge, mas perdendo feio em um teste que utiliza apenas um núcleo do processador.

Com apenas quatro dólares de diferença (lá fora), o Core i5 2400, competidor direto do Phenom II X4 980, mostrou ser uma melhor opção, além de gastar menos energia. Infelizmente, a AMD está um pouco atrasada no mercado de processadores de médio para alto desempenho e é melhor torcermos para que a empresa volte a ser competitiva novamente.


Att.,
Anne Brito

VOCÊ pode salvar uma vida!

"Sou só uma, mas ainda assim sou uma.


Não posso fazer tudo, mas posso fazer alguma coisa.

E por, não poder fazer tudo, não deixarei de fazer o pouco q posso."

Nada + Nada = NADA
Pouco + Pouco = MUITO

Minha Vida Virtual Blogger Orkut Twitter Facebook Google Buzz
Last tweet akmb1987: @danmachado_ qdo tiver online me fala q faco um .zip pra ti com as fotos (Raito, L e Ryuuku - NO MISA!) -> Figuttos em futura preorder xD

Qual é a melhor ferramenta de virtualização do mercado?

Em 5/05/2011 10:52:00 PM 0 comentários

Tecnologia

Qual é a melhor ferramenta de virtualização do mercado?

Embora a VMware apresente a melhor avaliação geral, distância em relação aos principais concorrentes já é pequena.

Por Paul Venezia, da InfoWorld

Data centers grandes ou pequenos rumam para a completa virtualização, isso é inegável. Mas por um longo período, o mercado ficou concentrado na VMware, que foi o primeiro fornecedor a perceber que precisaria oferecer interoperabilidade com estabilidade, algo importante para que os servidores virtuais entrassem em produção diária. Mas hoje já há diversas opções no mercado.

Para apurar de forma precisa como está a corrida pela virtualização, os fornecedores Citrix, Microsoft, Red Hat e VMware aceitaram testar produtos no Network Computing Lab, na Universidade do Havaí, colocando suas soluções em teste. A InfoWorld coordenou o trabalho, comparando o Citrix XenServer, Microsoft Windows Server 2008 R2 Hyper-V, Red Hat Enterprise Virtualization e VMware vSphere. As métricas foram abrangentes, de facilidade de instalação a desempenho e funcionalidades de gerenciamento.

Para o teste, foram usados o mesmo hardware, mesma topologia de rede, rodando as mesmas máquinas virtuais. As ferramentas de análise foram executadas em Linux e Windows, que avaliaram testes subjetivos de gerenciamento e administração. A publicação analisou configuração de host, criação de templates e clonagem de máquinas virtuais, atualizações e correções, snapshots e backups, opções de scripts, além de recursos mais avançados como balanceamento de carga.

Os resultados mostraram que as quatro soluções combinam desempenho excelente com um conjunto rico de ferramentas de gerenciamento. Mas a VMware ainda leva um pouco de vantagem, talvez em razão de seu tempo de mercado. A ferramenta do fornecedor possui funcionalidades avançadas que as outras ainda não têm, além de mostrar um nível de consistência e precisão que ainda não foram alcançadas pelos outros. Os concorrentes possuem preços mais baixos, mas esse fator não é determinante, pois todas as ferramentas podem conter custos ocultos.

Em relação ao desempenho, os quatro chegaram a um parecido, sem grandes vencedores ou perdedores. As principais diferenças emergiram nos testes de carga, no qual o Hyper-V da Microsoft e o XenServer, da Citrix, tiveram um desempenho prejudicado. Rodando em servidor Windows, os melhores resultados vieram dos hypervisors da Microsoft e da VMware. Rodando em Linux, os produtos da Citrix, Red Hat e VMware tiveram resultados sólidos, com uma pequena desvantagem para a Microsoft. Nos testes de largura de banda com dados criptografados, Citrix e VMware se mostraram três vezes mais rápidos que Microsoft e Red Hat, graças a um melhor aproveitamento do processador Intel Westmere.

Três outros quesitos que importam muito para ambientes de qualquer tamanho é migração em tempo real de máquinas virtuais, alta disponibilidade e balanceamento de carga. O primeiro é a capacidade das máquinas de se movimentarem entre diferentes hosts sem um reboot. O segundo permite que o sistema reconheça máquinas virtuais que não estão em funcionamento para tomar as medidas necessárias, como reiniciar as máquinas. O terceiro nivela a carga das máquinas em toda a infraestrutura, para não haver problemas de desempenho. Esses três recursos-chave, que já foram exclusivos da VMware, agora estão presentes em cada solução testada.

Atrás desses recursos, estão alguns também importantes, como provisionamento otimizado, criação de templates e snapshots, backups automáticos, migração de storage em tempo real e recursos avançados de gerenciamento de memória. Nesses casos, existem algumas exceções. Entre os hypervisors, a VMware ainda é a única capaz de fazer migrações em tempo real de storage. Quanto aos recursos avançados de gerenciamento de memória, somente VMware e Red Hat oferecem recursos completos.

Algumas dessas últimas ferramentas citadas são extremamente importantes para infraestruturas rodando um número muito grande de máquinas virtuais por host e um grande número geral de máquinas virtuais. No entanto, ambientes menores podem não precisar de todos eles no curto prazo. Alguns desses recursos facilitam a gestão, mas não têm um impacto direto na experiência do usuário, como as migrações em tempo real, alta disponibilidade e balanceamento de carga.

Deve-se, ainda, analisar a questão da integração com API, que pode trazer grandes benefícios em casos de implementações muito grandes de virtualização, mas todas as soluções têm alguma forma de gestão de scripts ou recurso similar. Já no quesito compatiblidade com sistema operacional, só a VMware tem suporte explícito para Mac OS X Server, FreeBSD, NetWare e Solaris. Os demais limitam-se às distribuições Linux e plataformas Windows.

Em resumo, todos os fornecedores fornecem recursos suficientes para uma variedade de tamanhos de ambientes, mas a VMware ainda se demonstra o mais maduro e rico em recursos.

A complexidade do modelo de licenças é um quesito importante a ser levado em consideração. Os modelos utilizados pela VMware e Microsoft são os mais complexos. A VMware oferece diversos níveis de vSphere, cada um com um conjunto de recursos diferentes, cobrados por socket físico. A Microsoft oferece o Hyper-V como parte do Windows Server 2008 R2, com uma licença corporativa permitindo quatro servidores rodando o mesmo sistema operacional em um servidor físico, além de uma licença para datacenter que permite rodar um número ilimitado de máquinas virtuais por servidor físico.

O XenServer, da Citrix, é cobrado por servidor, não importando a capacidade do mesmo. Como a VMware, a Citrix oferece diversos níveis de sistema. O Red Hat Enterprise Virtualization é o mais simples (e barato), com uma única taxa anual por servidor físico, com opções de suporte em meio período ou no sistema 24x7.

Considerações finais

A desculpa mais comum para o atraso em projetos de virtualização no passado era o preço das ferramentas contraposto à falta de recursos importantes, muitos deles citados aqui. Hoje, todos os recursos desejados estão disponíveis e projetos bem-sucedidos mostram que a capacidade de redução de custos e o aumento da eficiência da virtualização é real, compensando muito os investimetnos.

Em uma avaliação geral, o Hyper-V, da Microsoft, é o que chega mais perto da vSphere, da VMware, nas funcionalidades gerais de gerenciamento. No entanto, a Microsoft possui uma gestão de funções espalhadas em diversas ferramentas, enquanto os demais têm a vantagem de concentrar tudo em um único servidor de gerenciamento.

O XenServer, da Citrix, combina uma excelente performance com Linux, implantação rápida, mas algumas funções avançadas requerem configurações adicionais e outras ferramentas de suporte. Uma desvantagem é o fato de que todas as operações de gestão de máquina virtual são serializadas, tomando mais tempo para realizar algumas ações, como ligar ou desligar máquinas. Limitação que impacta na gerenciabilidade e escalabilidade.

O Red Hat Enterprise Virtualization, por sua vez, também é de rápida instalação e tem as funcionalidades primárias de gerenciamento, mas ainda tem alguns problemas em relação à gestão de host e à alta disponibilidade. A sua performance é sólida tanto com sistemas Windows e Linux e é o mais próximo do VMware quando o assunto é um sistema com ingredientes para um ambiente altamente escalável.

Não é surpreendente que o VMware vSphere ainda tenha a melhor a nota de uma forma geral, mas o que se pode observar é que a distância entre ele e os concorrentes está diminuindo velozmente, razão pela qual é possível afirmar que nunca houve melhor hora para apostar em soluções de virtualização.

Fonte: http://computerworld.uol.com.br/tecnologia/2011/04/15/qual-e-a-melhor-ferramenta-de-virtualizacao-do-mercado/

__._,_.___

Att.,
Anne Brito

VOCÊ pode salvar uma vida!

"Sou só uma, mas ainda assim sou uma.


Não posso fazer tudo, mas posso fazer alguma coisa.

E por, não poder fazer tudo, não deixarei de fazer o pouco q posso."

Nada + Nada = NADA
Pouco + Pouco = MUITO

Minha Vida Virtual Blogger Orkut Twitter Facebook Google Buzz
Last tweet akmb1987: @danmachado_ qdo tiver online me fala q faco um .zip pra ti com as fotos (Raito, L e Ryuuku - NO MISA!) -> Figuttos em futura preorder xD

Momento chatura mil, preguiça DEZ mil xDDD

Em 5/03/2011 04:05:00 AM 0 comentários
Gente, poisé né xD

Sim, eu ainda existo e sei q o blog tá paradííssimo >.<  Poderia dar a mesma desculpa q usei num site q era pra ser escritora, q o note deu pití (isso ele dá todo dia, por isso q não ganha mais momento de folga e fica ligado até morrer), q perdi o q tinha escrito (tbm aconteceu tanto, mas TANTO, q paguei meu irmãozinho pra terminar a review de um anime q acabei nem postando xDDD #futileumagina ), q perdi a senha do blog (essa nem cola pq o google já faz login qdo abro o firefox lol)... ENFIM, melhor falar a verdade pq mês q vem vcs vão perguntar de novo u,u"""

Acontece o seguinte: material pra review eu tenho zilhares, com direito a foto, opinião formada, chilique programado... mas qdo chega aqui, demora TAAAANTO pra fazer upload de UMA fotinha, q perde toda a graça. Pra vcs terem uma idéia, só por causa dos uploads e da chatura q é formatar um texto direto pelo site do blogger, um post q eu escrevo (sim pq os de downloads vêm direto do meu email e só são formatados) leva uma média de 3 horas. H-O-R-A-S! Sabe o qto isso é na linguagem nerd? 3 epis de House, SEIS epis de anime, 1 filme inteeeiiiro de O Senhor dos Anéis (versão extendida), 1 livro do Harry Potter (qdo eu gosto eu leio rápido xP ), 20 páginas de estudo (pq qdo eu n gosto leio pior q disléxico). Gente, tempo é vidaaaaa e eu morro um pouquinho a cada post. Isso qdo o blogger n decide q eu passo tempo demais escrevendo e me desloga (oi, copy & paste a cada 5 minutos - DIZ ELE q salva meus rascunhos, mas eu pelo menos nunca acho >.> ).

Enfim, preguiça impera (tem um post de um batom da koloss esperando desde o carnaval pra ser terminado, coitado x( e eu enjoei do blogger.

Tbm não quero instalar um programa pra UMA seção de UM blog, né... Decidi q vou falar dessas pequenas coisas da vida no flickr mesmo... pq no flickr? Primeiro, pq eu uso um programinha tudibom pra mandar as fotos DIRETOO pra site, e através dele já escrevo as descrições e crio um álbum pra cada review, se me der na telha xDDD   (UPDATE: e ainda compartilho no facebook, twitter e o escambau!)

Segundo pq por lá aproveito e compartilho tudo com os grupos q participo e isso gera mto + fofoca q o blogger heheheh (fofoca boa, em!).

E terceiro pq já tenho fotinhas com coments/#reviewswannabe por lá de figmas e n tou a fim de trazer + uma categoria pra cá, até pq qdo compro uma figure nova fotografo desde o papel de embrulho até a calcinha da boneca (desculpaê mas calcinha de figma é TÃO FOFO! Precisava ser de plástico tão macio q dá vontade de morder??? Precisava deixar eu desmontar até a junta do dedinho do pé da personagem? Precisava ser tão kawaiiiiii??? PRECISAVA???).

E um bônus é q meu cel manda as fotos direto pro flickr se eu quiser tbm xD

Enfim, adoro fufucar com vcs, mas dá um trabáááálhu (eu sei q trabalho n tem acento, antes q comentem). Então vejo vcs no flickr!

PS: pra vcs q n morrem de amores pelo Yahoo, dá pra fazer login no flickr com sua conta google ou facebook =+
 

-={Bau de Brinquedos}=- Copyright © 2010 Designed by Ipietoon Blogger Template Sponsored by Online Shop Vector by Artshare